terça-feira, 29 de abril de 2008

Sonho ao fim de uma tarde


Acabei de acordar porque estou doente, e não dormi de noite, nem tão pouco de manhã.
Certamente preocupada, com o facto de nada ter escrito hoje no blogue, acordei a sonhar este diálogo (absurdo?) entre um homem e uma mulher:


Mulher: Eu escolho-te a ti. A mulher (possivelmente queria dizer: a que existe em mim) escolhe Deus!

Homem: E Eu?

Mulher: Tu escolhes-te sempre a ti...
Desculpem mas o diálogo teve tanta força que me acordou,
por isso o deixo aqui.

3 comentários:

Anónimo disse...

A verdade é naturalmente absurda e seca.É por isso que a Maré e eu convivemos bem com ela, Certo!
Um abraço enorme e as melhoras.
Daquela que passa hoje a chamar-se A. XIX.

Armando S. Sousa disse...

Espero que não seja nada de grave e que te recomponhas rapidamente.

Quanto ao diálogo, o Beckett e o Ionesco não fariam melhor.

Um beijo.

Passiflora Maré disse...

As últimas horas do da 29, e as primeiras do dia 30, foram muito emocionantes para este blogue, primeiro uma anónima minha amiga e de certo modo também do César, e sobre a qual eu já falei ao César, passa a partir de hoje a chamar-se A. XIX, e por fim a "Eu" finalmente desvenda-se, pelo menos para o César, com o Nome de C. Adriana.
Bem vindas a Ambas nas vossas novas vestes.
É verdade Ana convivemos bem com a verdade seca, nem podia ser de outro modo, nesta nossa vida...
Obrigada Armando, não pretendo nunca ter a veleidade de me igualar a qualquer mosquito da literatura, e muito menos a nenhum monstro sagrado. Nunca te esqueças ainda estou na fase do "redondo", sem concretização do que seja...