sexta-feira, 16 de maio de 2008

Homenagem à àrvore genealógica e à jardimzoológica e ainda às outras árvores, aos outros genes e aos outros jardins.













O Pai (meu, que partiu), a mãe, primeiro colo, os filhos e filhas, os tigres das árvores jardimzoológicas (que os filhos(as) adoram), os irmãos e irmãs, a família toda, os amigos e amigas , o onze, o grupo de teatro mágico e imaginário que havemos de tornar real, os amados e amadas, as mãos com que nos tocamos e amamos.
Porque os amamos. Porque, sendo mulheres, o apregoamos aos quatro ventos, todos os dias. Porque não podendo viver sem os homens queremos que eles também sejam capazes de o apregoar.
Porque na minha pequena célula familiar sou uma mulher entre quatro homens.
Porque "viver sem ter amor, não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você!"
...

Terminei com três versos do incontornável, Vinicius, nestas coisas do amor.

8 comentários:

Anónimo disse...

Belas imagens. Esse onze deve ter sido feliz. E parece que ainda planeia sê-lo.
Uma abraço forte aos meus filhos e filhas, ao meu M. , ao meu pai à minha mãe, aos meus cinco irmãos, às minhas tias e tios, aos meus seis sobrinhos e quatro sobrinhas,
aos meus mais de cinquenta primos, aos meus amigos. Aos tigres às arvores aos jardins, e ao genoma da humanidade.
O Eu do Espelho.

Anónimo disse...

Esses tigrão me encheram os olhos.
Gostei de sua família Africana, que também é minha.
Obrigada por felicitar todos os genes.
Bj. Lurdinha

Armando S. Sousa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

É realmente incrível a magia que envolve esse onze!
É feito de gente que ama a viva, de gente diferente!!!
Por isso já não passo sem vir aqui.
Uma vez mais vos digo: obrigada por estarem aí!!

Eu

Anónimo disse...

Pela minha parte, grata à Eu pelo elogio.

Bj.
C(EN)

Passiflora Maré disse...

"Eu", pertencer ao onze, foi primeiro uma convergência de vontades e identidades e depois um nome que nos veio imposto de fora. Havia dez grupos no "Sérgio"(o local onde se formam os magos das regras) e nós elementos descasados de vários grupos deixávamos o nosso grupo e juntavamo-nos para a brincadeira, a convivência, as idas ao cinema, ao teatro, à praia, às compras, aos jantares mais loucos deste mundo, etc. etc.
A frequência, com que estávamos juntos, a nossa alegria na partilha, as gargalhadas, a heterodoxia da nossa postura, levou a que os outros, que se confinavam ao seu grupo, às suas poucas amizades, e à sua vida certinha e muito "normal", nos chamassem o grupo onze.
Sim, sempre houve magia e felicidade neste grupo, não por artes mágicas, mas por artes próprias. A imaginação e a invenção estiveram sempre presentes. Muitas das nossas fotos pretendem retratar o que fizemos, o que podíamos ter feito e o que, não obstante a idade somos capazes de fazer.
O onze é o somatóro de todos os seus elementos no seu melhor.
Obrigada Eu.

Anónimo disse...

Passiflora maré: compreendi a mensagem em toda a sua extensão. Também eu passei por aquele local e também eu possuía, e continuo possuir, um grupo que apelidámos de «núcleo duro», composto igualmente por vários elementos dos diversos outros grupos. Pena é que esta nossa vida nos afaste da vista uns dos outros, no entanto, quando nos encontramos ao fim de todo este tempo (que no meu caso ainda é pouco) é como se tudo tivesse acontecido ontem.
Mantenham viva a chama deste onze e continuem a invadir esta magnólia de magia e de côr porque a vida lá fora é, por vezes, demasido cinzenta!!!

Eu

Guilherme Salem disse...

Um Obrigado ao EU.
A Passiflora já disse tudo, e muito bem. Levanto a taça ao que ainda está por vir.