quarta-feira, 23 de julho de 2008

Elegia do beijo



O beijo é um procedimento inteligentemente desenvolvido para a interrupção mútua da fala quando as palavras se tornam desnecessárias

5 comentários:

Maria do Carmo Cruz disse...

Ninguém diria melhor. E nem sequer é irónico. Com a minha experiência, garanto-te que é mesmo assim. Tal e qual. E quando não é assim, quase não vale a pena. Abraço, Avó Pirueta

Guilherme Salem disse...

What? ok. César...seja. Vindo de ti tudo é bom. Mas eu daria uns "achegos" a essa definição de beijo...dispenso-me de o fazer porque não me apetece...talvez outro dia...Abraço Forte

Elsa C. disse...

Creio que o me mais me interessou nesta definição foi o facto de existirem experiências - como beijar - que dispensam as palavras.
O olhar, o sorriso não necessitam de legendagem quando são autênticos...tal como os beijos.
As experiências mais profundas (a dor, a doença, o êxtase, a fruição) não carecem de signos linguísticos.
E, paradoxalmente, estou aqui a escrever um comentário...

P.s.: fiquei curiosa e expectante com "os achegos" de Guilherme Salem.




Fiquei curiosa e expectante com "os "achegos" do Guilherme Salem.

Guilherme Salem disse...

Prometo, elsa c., que publicarei os "achegos" a que me refiro, acerca da definição de beijo. Não será hoje, nem amanhã, mas prometo que o farei...
Gui dixit...obrigado.

Anabela Magalhães disse...

E eu aguardo. Também aguardo o desenrolar da coisa.