sexta-feira, 25 de julho de 2008

A mesma história



A mesma história que nos une e nos separa
A mesma brisa que nos embala e nos sacode
O mesmo grito que nos afugenta e nos traz à vida
O mesmo elo que nos aprisiona e nos unifica

A mesma ode que nos entristece e nos faz rir
O mesmo poema que nos revolta e nos sublima
A mesma regra que nos divide e que nos normaliza
O mesmo palhaço que nos faz rir e nos faz prantear

A mesma balada que nos sossega e nos inquieta
O mesmo silvo que nos adormece e nos enraivece
A mesma mágoa que nos prazenteia e nos amesquinha
O mesmo toque que... nos une e nos separa

1 comentário:

Maria do Carmo Cruz disse...

Sim, é assim que se constrói a mesma história. Mas é preciso Espaço. Mesmo no mesmo Espaço. César, es demasiadamente inteligente para ter que te explicar mais do que o que digoi. Abraço para os dois da Avó Pirueta