sábado, 9 de abril de 2011




O nome começa-nos?


Ou, não nos pertence?


Em quantos nomes se pode escrever Inês?


Em Constança?


Em Julieta?


Em Carmen?


Em Dolores?


Em...?

6 comentários:

Carmo disse...

Os nomes…
Herdados por decisão dos nossos pais biológicos, padrinhos, da pessoa que nos encontrou abandonada ou do Conservador que teve que seguir as regras do Código do Registo Civil... dos pais adoptivos que o alteraram... porque sempre sonharam dar outro nome a um filho...
Nitidamente não escolhemos o nome...
Às vezes não gostamos dele, ou dos diminutivos que nos atribuem na infância, ou de sermos chamados por dois nomes próprios (quando os temos) quando os pais estão zangados connosco...
Por vezes até os alteramos um pouco como podemos... passamos a ser tratados pelos amigos e pelos amores de forma diferente...
Há alturas da vida em que descobrimos que só podíamos ter aquele nome…
…pois tal como o destino, que não escolhemos e que se escolhêssemos ninguém garante que fosse melhor, também esta escolha do nome não nos pertence… e tinha que ser… só podia ser assim.
Aceito, está colado à pele, é o meu nome, só podia ser este.

Anónimo disse...

Qualquer uma de nós podia ser a Inês do Pedro .
Da lenda...
Da Quinta das Lágrimas...
Do Choupal até à Lapa, do Mondego e dos amores!

Mas os nossos nomes têm a ver com escolhas que não foram nossas ...

Quando nasci era para ter nome de rapaz pois pensavam que ia nascer mais um menino ( outros tempos em que não era possível saber o que sabe nos dias de hoje)

Nesse dia, o meu pai ficou muito feliz! finalmente, a menina tão esperada! e, logo disse " tem de ter o nome da minha mãe "Teresa" . A minha mãe por sua vez disse:!" tem de ter o nome daquela que me criou e que foi a minha verdadeira mãe "Rosa "

Efectivamente, ninguém me chama só Rosa, não gosto!

Em quem casa, para a família e para os amigos sou a Rosinha, profissionalmente ou para os que sabem que gosto da junção dos dois sou Rosa Teresa.

Gosto do meu nome tem as mulheres da vida dos meus pais.

Nunca tinha pensado nisto...

Aqui sou a Flor

César Paulo Salema disse...

Mas, P, definir... não é limitar?

Passiflora Maré disse...

Meus amores, obrigada.
É P., definir é limitar, mas limita-se o que é e simultaneamente o seu contrário?
Bjs

Carmo disse...

Flor
Gostava de lhe dizer que há coincidências entre a minha história e a sua... Como "não há coincidências" não é por acaso que tínhamos que nos encontrar aqui...
Um abraço Rosa Teresa, se me é permitido chamar-lhe assim.
Carmo

Anónimo disse...

Carmo

Eu, acredito nas coincidências da vida , na lei do encontro e nos desencontros na mesma.

Mas se agarramos o sitio onde nos encontramos longe e distantes mas também perto e presentes onde as pétalas se tocam , onde nós nos cruzamos, onde os sentimento se misturam...

Então vamos concluir que coincidência Feliz!!!!!!!!!!

beijinhos Carmo fique sempre aqui/aí e verá que vamos encontrar imensas coincidências para guardar do lado esquerdo do peito.

Tenho nome de Flor